terça-feira, abril 26, 2005

Para onde os olhos me levam...

Running water with reflection...


Old rose amongst roses...


A path to the sky...


A primeira foto, trata-se de um auto retrato, um reflexo, nas águas estagnadas de um antigo lavadouro público. A segunda, uma mistura entre misturas... rosa entre rosas. A terceira, um atalho para mais além... Espero que gostem. Bj. Penelope

8 Comments:

Blogger Azul said...

Estou estupefacta perante tamanha beleza do seu olhar sobre as coisas do feminino. Esta é a minha primeira visita ao seu lugar. Vim pelo tca (dos riscos), e voltarei de certo. Gostaria que me visitasse também, embora o que lá lhe poderei oferecer não será mais do que um chá fumegante, de jasmim pode ser? Adorei as fotos amarelas das flores. Tb gosto muito de as fotografar ainda que, com muito menos perícia. Parabéns pelas imagens. Com admiração. Azul.

9:58 da tarde  
Blogger Mad said...

Muitos parabéns. Maravilhosas
Beijinhos para ti Penelope.

2:02 da tarde  
Blogger bertus said...

...poderiam perfeitamente passar por três telas expostas numa galeria de arte...
Estou a ver(?!) que me estás a dar umas dicas...que nos últimos tempos a criatividade anda um pedaço por baixo...

Bjs e intés!!

10:09 da tarde  
Blogger Grilinha said...

Parabéns pelas fotos e pela escolha das mesmas. Obrigada pla visita ao meu blog. Já te respondo e linkei tb.

3:02 da manhã  
Blogger VdeAlmeida said...

Estão lindas, Penelope. A última dá uma nostalgia...
(ontem quando cá vim não se podia comentar. Porque não metes um sistema alternativo de comentários, o do haloscan, por exemplo? não custa nada :-) )
Beijos

9:36 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Belíssimos trabalhos... gostei particularmente do último!

Saudações

PS - Claro que não esqueço de aparecer! :)

10:37 da manhã  
Blogger Dionisio Leitão said...

boas. muito boas mesmo. gosto muito do trabalho que fizeste sobre as fotos. está sóbrio e técnicamente bom. beijos

9:26 da manhã  
Blogger PrincepeLunatico said...

Oi, também aqui vim empurrado pelo TCA.
Não sou nenhum expert mas o auto retrato tocou-me especialmente, e as videiras deram-me aquela noção do infinito, do humanidade das coisas, de Deus.
Enfim, tem que me desculpar mas sou um puto que não sabe muito bem o que dizer e que, habituado á arte abstracta, faz todas as interpretações e mais algumas.
Vou passar a bisbilhotar, com a sua permissão, no seu cantinho.

2:12 da manhã  

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